Sobre Nós

A ReUrbi já nasceu com o DNA de promoção e inclusão social uma vez que exatamente 6 meses após o início efetivo de suas operações, fez em 13 de agosto de 2013, o primeiro instrumento de cessão em comodato de 30 equipamentos para a Fundação Carlos Euler em MG por interveniência de seu parceiro SulAmérica Seguros e fruto das primeiras tratativas com o CDI – antigo Comitê para a Democratização da Informática – hoje RECODE.

No mês seguinte, setembro de 2013, assina efetivamente acordo de cooperação e parceria com a hoje RECODE que é uma das maiores ONGs mundiais na promoção e inclusão digital fundada há mais de 25 anos, presente em 9 países com mais de 1.000 centros de empoderamento digital e que atingiu mais de 1.8 milhão de pessoas.

Por meio do processo de Logística Reversa e reciclagem dos equipamentos eletrônicos em desuso, a ReUrbi desde seu início já evitou a emissão de mais de 2,8 mil toneladas de gases de efeito estufa e mais de 17 mil kg de metais tóxicos, o equivalente ao plantio de 20 mil árvores.

O embrião do Instituto ReUrbi – IRIS – vem sendo forjado desde então, vindo agora apenas a ser formalizado de maneira institucional no ano de 2021.

Nasce com o objetivo de consolidar o modelo de negócio de Impacto Socioambiental assumindo os mais de 110 Projetos Sociais apoiados por Empresas Parceiras e Clientes da ReUrbi, com mais de 1.800 equipamentos de TI Remakker® doados em comodato e tem como objetivo chegar a 160 Projetos de Inclusão Sociodigital, aumentando dos atuais 72.000 para 117.000 jovens atendidos.

CENÁRIO NACIONAL DA
EXCLUSÃO SOCIODIGITAL

Projeto RECODE

O Brasil conta com 134 milhões de usuários de Internet, o que representa 74% da população com 10 anos ou mais. Apesar do aumento significativo nos últimos anos na proporção da população brasileira que usa a Internet, cerca de um quarto dos indivíduos (47 milhões de pessoas) seguem desconectados. É o que aponta a pesquisa TIC Domicílios 2019, lançada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

• Temos mais de 26 milhões de pessoas das classes da população D e sem acesso a Inclusão Digital (43% de não-usuários).

• Mais de 20 milhões de domicílios não possuem conexão à Internet, realidade que afeta especialmente domicílios da região Nordeste (35%) e famílias com renda de até 1 salário-mínimo (45%). A pesquisa constatou um aumento no número de domicílios com acesso à Internet nas classes C, D e E. Nas classes D e E a proporção passou de 30% em 2015 para 50% em 2019.

• Verificou uma redução da presença de computadores nos domicílios, passando de 50% em 2016 para 39% em 2019. Enquanto 95% domicílios da classe A e B possuem algum tipo de computador, eles estão presentes em apenas 44% dos domicílios da classe C e 14% dos domicílios das classes D e E.

“Com o isolamento social, medida de prevenção a Covid-19, milhões de brasileiros passaram a depender ainda mais da Internet e das TIC de maneira geral para realizar atividades de trabalho remoto, ensino à distância e até mesmo para acessar o auxílio emergencial do governo. Mas a falta de acesso à Internet e o uso exclusivamente por celular, especialmente nas classes D e E, evidenciam as desigualdades digitais presentes no país, e apresentam desafios relevantes para a efetividade das políticas públicas de enfrentamento da pandemia. A população infantil em idade escolar nas famílias vulneráveis e sem acesso à Internet também é muito afetada neste período de isolamento social. A pandemia revela de forma clara as desigualdades no Brasil”, afirma ainda a pesquisa.

A INCLUSÃO DIGITAL E A EDUCAÇÃO

A pesquisa também mostra que 39% dos estudantes de escolas públicas urbanas não têm computador ou tablet em casa e nas escolas particulares o índice é de 9%. Em 2020 mais de 4.4 milhões de estudantes de baixa renda não tiveram acesso a educação em função da exclusão digital, enquanto 95% das escolas particulares seguiram com o ano letivo em aulas online. Apenas 39% das escolas públicas conseguiram dar acesso à educação a distância aos estudantes da rede, de acordo com pesquisa da FGV. Visto que a globalização digital é a nova realidade, há tendência no crescimento da exclusão social educacional.

A INCLUSÃO DIGITAL E RENDA VIA EMPREGABILIDADE

A desigualdade social e a consequente busca pela igualdade de oportunidade aos jovens de uma geração inteira passam necessariamente pela inclusão digital, pelo acesso à internet e a equipamentos de informática, que poderiam ser gerados via descarte correto de parte das mais de 210 mil toneladas anuais destes equipamentos, se direcionado ao recondicionamento, e no atendimento a projetos sociais de inclusão sociodigital.

Apesar das altas taxas de desemprego no país há o paradoxo de centenas de vagas abertas na área de informática não serem preenchidas por total falta de profissionais especializados na área.

OBJETIVO DO INSTITUTO REURBI

Com o propósito de mudar essa realidade, o Instituto nasce buscando empresas que queiram ir além de atender a Legislação Ambiental no descarte correto de seus equipamentos de TI, para que tenham a visão de que suas decisões fazem a diferença no impacto positivo no meio ambiente, no social e em governança, um tripé, hoje encampado pela sigla ESG.Parte dos recursos gerados pelo modelo de Economia Circular dos descartes e nas vendas dos computadores Remakker® pela ReUrbi são aplicados pelo Instituto no atendimento a projetos de Inclusão Digital e na conscientização da sociedade para o grave e crescente problema da exclusão social e no acesso a educação que vem sendo potencializado com o movimento Global da era digital.

Assim, o Instituto é uma associação civil de direito privado sem finalidade lucrativa, destinada a promover e disseminar a inclusão social, a ética, a cidadania e os direitos humanos por meio da educação e democratização do acesso digital, a fim de garantir a capacitação, promoção e conscientização da importância da inclusão digital para jovens no Brasil. Promover e disponibilizar soluções de logística reversa a empresas no reaproveitamento dos descartes de recursos tecnológicos em conformidade com a Legislação Ambiental aplicando o modelo da Economia Circular e revertendo parte dos recursos econômicos gerados para aplicação em Projetos de Inclusão Sociodigital como parte da solução para redução das desigualdades sociais.

Nasce com sede própria na cidade e Estado de São Paulo, na Rua André Ampere, nº 153, Unidade 22, Condomínio Empresarial Terra Brasilis. Para cumprimento de suas finalidades, o IRIS observará os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e da eficiência e poderá desenvolver as seguintes atividades:e

  • Realizar estudos, pesquisas, encontros, congressos, seminários e eventos em geral, para disseminar a inclusão digital, a fim de garantir a capacitação de jovens brasileiros;
  • Ser um agente transformador e inovador, mobilizando a sociedade através da inclusão digital, realizando a promoção gratuita da educação, do voluntariado, do desenvolvimento econômico social e combate à pobreza;
  • Promover a educação, a inclusão social, a ética, a paz, a cidadania, os direitos humanos, a democracia e outros valores universais, por meio da educação e da democratização do acesso digital;
  • Patrocinar e incentivar realizações de natureza cultural, científica, tecnológica, ambiental, formativa, educacional e econômica, voltadas para os seus objetivos e finalidades;
  • Desenvolvimento de programas continuados, permanentes e planejados tendo como público-alvo as pessoas em estado de vulnerabilidade;
  • Estimular e apoiar iniciativas que promovam a democratização da informática em comunidades de baixa renda, entidades representativas de portadores de necessidades especiais, organizações civis, instituições de ensino, cujo objetivo é a promoção e integração no mercado de trabalho;
  • Ceder, em regime de doação em comodato, equipamentos a entidades e instituições que promovam as iniciativas apoiadas;
  • Promover campanhas públicas de doação de equipamentos de informática, os quais serão utilizados para o desenvolvimento de trabalhos sociais em entidades comunitárias e em programas sociais;
  • Articular esforços para inserir na agenda dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário a criação de mecanismos para estimular a disseminação da inclusão digital, em prol da concretização dos direitos fundamentais sociais;
  • Estimular e ampliar parcerias com as empresas públicas, privadas e de mídia nos meios de comunicação para divulgar artigos, campanhas e matérias sobre inclusão digital;
  • Promover o voluntariado, a assistência social, o desenvolvimento econômico e social e combate à pobreza, a cidadania, os direitos humanos, a democracia e outros valores universais.

Administração

Ronaldo Stabile

Presidente

Rodrigo S Macedo

Dir. Comercial

Luiz C Bertoncello

Dir. Executivo

Aline Galvão

Gestão Social

Débora Santos

Gestão Comercial